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Escola Mundial de Verão “Comunicação, Integridade da Informação, Justiça Social e Democracia”

Escola Mundial de Verão “Comunicação, Integridade da Informação, Justiça Social e Democracia”

1) Definição

Escola Mundial de VerãoComunicação, Integridade da Informação, Justiça Social e Democracia” é um evento acadêmico online de três dias que será realizado a partir de De 21 a 23 de outubro de 2026. O idioma oficial das atividades é o inglês.

Projetado como um iniciativa virtualA Escola de Verão está alinhada com o tema da Conferência IAMCR 2026 e combinará painéis e mesas-redondas remotas, permitindo ampla participação internacional e fomentando o diálogo entre os participantes. acadêmicos seniores, pesquisadores em início de carreira e estudantes de mestrado e doutorado. provenientes de diversos contextos geográficos, institucionais e epistêmicos.

A proposta baseia-se no quadro teórico e normativo do Grupo de Trabalho da IAMCR sobre Comunicação, Justiça e Democracia (CJD), abordando a comunicação como uma arena central nas lutas sobre integridade da informação, governança democrática e justiça social.

As atividades envolveram pessoas do GT, bem como da Associação Latino-Americana de Pesquisadores em Comunicação (ALAIC) e de outras entidades indicadas abaixo.

Num contexto global moldado pela plataformização, pelo poder algorítmico, pela extração de dados, pela educação midiática, pela polarização política e pelas persistentes desigualdades em visibilidade e participação, o evento busca examinar como os sistemas de comunicação reproduzem e desafiam as assimetrias de poder.

As atividades incluem debates sobre “periferias e conexões” Através de lentes analíticas e políticas, em vez de categorias geográficas fixas, as periferias são entendidas como posições relacionais moldadas pela história, economia política, raça, gênero, idioma, legados coloniais, marginalização institucional e acesso desigual a recursos comunicativos. Ao mesmo tempo, o conceito de conexões destaca as circulações transnacionais de narrativas, modelos regulatórios, infraestruturas tecnológicas e práticas de resistência.

O evento convida os participantes a refletirem sobre como as perspectivas periféricas contribuem para entendimentos alternativos de democracia, justiça e integridade da informação, examinando também as tensões e possibilidades criadas pelas interconexões globais. Busca fomentar um diálogo crítico sobre como o conhecimento produzido a partir das margens pode desafiar as estruturas dominantes, iluminar experiências negligenciadas e propor novas abordagens conceituais e metodológicas para lidar com os desafios sociais, políticos e comunicativos contemporâneos.

Será dada especial ênfase a integridade da informação A integridade da informação é um conceito multidimensional que engloba desinformação e informação errônea, governança de plataformas, direitos digitais, regulação da mídia e alfabetização midiática e informacional. Nessa perspectiva, a integridade da informação não se limita à verificação de fatos, mas também envolve as condições sociais, tecnológicas, institucionais e culturais que moldam a produção, a circulação e a recepção da informação pública. O evento, portanto, incentivará os participantes a examinar como o acesso desigual a informações confiáveis, a visibilidade algorítmica, a polarização política e as assimetrias regulatórias afetam a participação democrática e o debate público. Também convidará à reflexão sobre o papel da educação, do engajamento cívico e da cooperação inter-regional no fortalecimento de ambientes informacionais mais inclusivos, transparentes e responsáveis.

Com base em abordagens comparativas e interdisciplinares, a Escola de Verão Mundial visa explorar como a integridade da informação é negociada em diferentes ambientes políticos, culturais e regulatórios, incluindo, mas não se limitando aos contextos do Sul Global e da Europa. Esse foco está em consonância com os esforços internacionais em curso para combater a desinformação, salvaguardando, ao mesmo tempo, a liberdade de expressão e a participação democrática.

O programa acadêmico será composto por: Painéis temáticos, sessões de apresentação de trabalhos e mesas-redondas dialógicas, no formato de uma “escola de verão”., incentivando tanto contribuições empíricas quanto teóricas.

Este formato de escola de verão pressupõe uma abordagem centrada no aluno, feedback multifacetado e um esforço contínuo em prol do diálogo e do respeito por diversas perspectivas e opiniões, sem diminuir a necessidade de rigor acadêmico e pensamento crítico.

Nas primeiras horas de cada dia, painéis contarão com acadêmicos que farão apresentações e discussões.Temas relacionados direta ou indiretamente à pesquisa realizada por alunos de mestrado e doutorado.

Após um intervalo de duas horas, os alunos apresentarão seus projetos de pesquisa e receberão feedback construtivo de colegas, pesquisadores seniores e acadêmicos convidados. Esse formato permitirá que os participantes aprimorem seus referenciais teóricos, estratégias metodológicas e questões de pesquisa, além de aprenderem com as diversas tradições acadêmicas e experiências regionais representadas no evento. O programa incentivará o intercâmbio horizontal, a discussão colaborativa e o desenvolvimento de redes acadêmicas entre alunos de mestrado e doutorado. Atividades culturais e sociais também serão promovidas como parte da experiência de aprendizado, fomentando o diálogo, a integração e a cooperação a longo prazo entre os participantes.

Os temas propostos incluem: desordens de informação e resiliência democrática; direitos de comunicação e justiça social; regulação e responsabilização das plataformas; mídia, extremismo e polarização; mídia comunitária, alternativa e de serviço público; participação cidadã digital e despolarização; jornalismo e educação midiática, epistemologias decoloniais, feministas e do Sul Global; e o papel da educação midiática no fortalecimento das culturas democráticas.

Sessões dedicadas para estudantes de pós-graduação e pesquisadores em início de carreira Promoverá mentoria, feedback e intercâmbio acadêmico. Esses espaços oferecerão aos participantes a oportunidade de apresentar suas pesquisas em andamento ou recentemente concluídas, receber comentários construtivos de colegas e pesquisadores experientes e fortalecer as dimensões teóricas, metodológicas e comunicativas de seus trabalhos. Também ajudarão os participantes a identificar estratégias de publicação, explorar futuras colaborações em pesquisa e construir redes acadêmicas além de suas instituições de origem. Para recém-formados, o programa proporcionará um valioso espaço de transição entre a formação acadêmica formal e o desenvolvimento de uma agenda de pesquisa mais autônoma.

Como consequência da rede universitária, a iniciativa busca consolidar Diálogos Norte-Sul e Sul-Sul, fortalecer as redes internacionais de pesquisa e contribuir substancialmente para a missão do Grupo de Trabalho sobre a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) da IAMCR.

Em última análise, a Escola de Verão visa posicionar a pesquisa em comunicação como um campo fundamental para o avanço da área. justiça social, valores democráticos e integridade da informação Num mundo cada vez mais desigual e interconectado, o projeto aspira também a fortalecer as redes de colaboração entre estudantes de mestrado e doutorado, incentivando-os a desenvolver pesquisas que sejam não apenas teoricamente rigorosas, mas também socialmente relevantes e atentas às vozes, experiências e lutas de diversas comunidades.

2) Número estimado de participantes: 60 estudantes de doutorado ou mestrado

 

3) Data e hora: De De 21 a 23 de outubro de 2026, sendo:

 

para)    Das 5h às 8h e das 10h às 13h, CST (Horário Padrão Central) – UTC-6, o fuso horário usado em países como México e Costa Rica;

 

b)    Das 8h às 11h e das 13h às 16h (BRT), definido como UTC-3, o fuso horário usado em países como Argentina, Uruguai e Brasil;

 

c)    Do meio-dia às 15h e das 17h às 20h, UTC, o fuso horário usado em países como o Reino Unido e Portugal;

 

d)    Das 13h às 16h e das 18h às 21h, UTC+1, o fuso horário usado em países como África do Sul, Marrocos, Senegal, Espanha e Alemanha;

 

e)    Das 16h30 às 19h30 e das 21h30 às 00h30 (IST), definido como UTC + 5:30, o fuso horário usado em países como a Índia e o Sri Lanka;

 

F)      Das 19h às 22h e da meia-noite às 3h (CST – Horário Padrão da China), que corresponde ao UTC+8, o fuso horário utilizado em países como a China, as Filipinas e Singapura;

 

g)    Das 20h às 23h e da 1h às 4h, UTC+09:00, horário utilizado em países como a Coreia e o Japão;

 

h)    Das 22h às 1h e das 3h às 6h, definido como AWST; horário de verão, UTC+11:00, o fuso horário usado em países como a Austrália.

 

Caso tenha alguma dúvida sobre o cronograma, recomendamos consultar o site da Escola Mundial de Verão (www.alaic.org) e/ou entrar em contato com o Comitê Organizador. Infelizmente, não é possível oferecer o curso durante o horário comercial em todos os países.

4) Custos

Para esta edição inaugural da Escola Mundial de Verão, a inscrição e a participação são gratuitas.

5) Cronograma

 

Inscrições para estudantes de pós-graduação interessados: De 18 de maio a 12 de junho, conforme este edital. Formulário disponível em:

 

https://docs.google.com/forms/d/1Eny_JYTmcKxIkM_SRAyo3N_R-fL4EhnKogEmev97PMU   

 

Avaliação e seleção dos participantes: De 15 de junho a 7 de julho

 

Anúncio dos participantes selecionados: 10 de julho

 

Escola Mundial de Verão, online, de De 21 a 23 de outubro de 2026, nos horários acima.

6) Critérios de seleção e certificado

Os interessados em participar da Escola Mundial de Verão devem enviar seus dados pessoais e informações sobre sua pesquisa de pós-graduação atual através do link: https://docs.google.com/forms/d/1Eny_JYTmcKxIkM_SRAyo3N_R-fL4EhnKogEmev97PMU

A seguir, apresentamos os critérios de seleção dos participantes. Cada critério vale de um a dez pontos, com um total máximo de 50 pontos. A decisão do Comitê Organizador é final e irrecorrível.

 

a) Problema de pesquisa (1–10 pontos)

Apresente o problema abordado pela sua pesquisa e conclua o texto declarando explicitamente a questão de pesquisa que norteou sua investigação (máximo de 500 palavras).   

 

b) Quadro teórico (1–10 pontos)

Descreva os principais fundamentos teóricos que sustentam sua pesquisa (máximo de 500 palavras).

 

c) Metodologia (1–10 pontos)

Descreva a metodologia utilizada em sua pesquisa. Explique os métodos, as técnicas de coleta de dados, os procedimentos de análise de dados, os grupos de participantes e/ou o corpus a ser analisado (máximo de 500 palavras).  

 

d) Resultados preliminares (1–10 pontos)

Descreva os resultados preliminares de sua pesquisa, se disponíveis (máximo de 500 palavras).  

 

e) Interesse e expectativas em relação à participação (1–10 pontos)

Explique por que você tem interesse em participar da Escola Mundial de Verão e descreva suas expectativas em relação à participação no programa.   

 

Os participantes só receberão um certificado de participação se submeterem um artigo que siga as diretrizes do Comitê Organizador, participarem dos grupos de trabalho online e enviarem um relatório de participação.

 

7) Iniciativas envolvidas

 

a) Organizadores

Grupo de Trabalho de Comunicação, Justiça Social e Democracia da IAMCR, Associação Latino-Americana de Pesquisadores em Comunicação (ALAIC), Universidade de Brasília, Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Universidade Federal de Santa Catarina (Brasil).

 

b) Apoiadores

CIESPAL, ECREA, AMIC, Conselho Mundial de Educação em Jornalismo (CMEF), SOCICOM, Intercom, Organização Ibero-americana de Defensores Públicos (OID), Capes (Brasil), Federação Latino-Americana de Faculdades de Comunicação Social (FELAFACS) e DAAD (Alemanha).

 

8) Comissão Organizadora e Científica e/ou Instrutores

 

Vaia Doudaki

Professora Associada da Universidade Charles. Seu trabalho é norteado por abordagens construcionistas sociais, com foco no estudo de representações, práticas discursivas e a construção social de identidades e fenômenos sociais na mídia e na comunicação. Suas áreas de estudo incluem: democracia, participação e comunicação; mídia, conflito e crise; justiça e comunicação; comunicação ambiental; teoria e prática da produção de notícias e do jornalismo.

 

Tanius Karam
 Professor da Universidade Autônoma da Cidade do México, México, especializado em ética da mídia, ensino de jornalismo e análise do discurso. Sua pesquisa aborda a liberdade de expressão, a responsabilidade da mídia e a teoria da comunicação na América Latina. Ele tem contribuído para debates regionais sobre formação jornalística e comunicação democrática.

 

Tania Rosas-Moreno
 Professora de Jornalismo e Estudos de Mídia na Universidade Loyola de Maryland, EUA. Sua pesquisa concentra-se em jornalismo global, história da mídia e sistemas de mídia latino-americanos. Ela examina fluxos transnacionais de mídia, representação e liberdade de imprensa.

 

Sivaldo Pereira
 Professor da Universidade de Brasília (UnB), Brasil. Sua pesquisa concentra-se em comunicação digital, governança da internet, política de dados e regulação de plataformas. Ele trabalha com temas relacionados à desinformação, direitos digitais e responsabilidade democrática.

 

Santiago Gómez Mejía
 Acadêmico colombiano que atua como Secretário Executivo da FELAFACS. Seu trabalho se concentra em estudos de comunicação, estratégias digitais e inovação no ensino superior. Ele desenvolveu programas de pós-graduação em inteligência artificial na educação e comunicação política digital, promovendo a comunicação ética, os valores democráticos e a cooperação regional na América Latina.

 

Rafael González Pardo
 Presidente da Federação Latino-Americana de Faculdades de Comunicação Social (FELAFACS). Sua carreira integra governança universitária, cooperação acadêmica internacional, estudos de comunicação e desenvolvimento institucional estratégico na América Latina, especialmente em áreas relacionadas ao futuro do ensino de comunicação na era digital e epistemologias da comunicação.

 

Nico Carpentier
Professor extraordinário do Instituto de Estudos de Comunicação e Jornalismo da Universidade Carolina e professor visitante da Universidade de Tallinn. Sua pesquisa concentra-se em mídia e democracia, participação, teoria do discurso, estudos de conflito e mídia comunitária, utilizando também pesquisa baseada nas artes. Ele é amplamente reconhecido por suas contribuições para os estudos de comunicação participativa e a teoria crítica da mídia.

 

Milena Marra
 Jornalista, cineasta e pesquisadora cujo trabalho se concentra na comunicação audiovisual, práticas documentais e direitos humanos. Suas pesquisas e projetos criativos abordam a memória, a justiça social e o papel da mídia na amplificação de vozes marginalizadas. Ela participa de iniciativas acadêmicas e culturais que conectam comunicação, arte e participação democrática.

 

Maximiliano Peret
 Pesquisador da área de comunicação, especializado em mídia digital, jornalismo e inovação. Sua pesquisa aborda novas práticas jornalísticas, transformações tecnológicas e a relação entre comunicação e democracia. Ele colabora com redes internacionais de pesquisa sobre mídia e governança digital.

 

Marta Rizo García
 Professora pesquisadora da Universidade Autônoma da Cidade do México. Ela conduz pesquisas sobre epistemologia e teorias da comunicação, comunicação intersubjetiva e a relação entre gênero, comunicação e emoções. Desde 2018, atua como vice-coordenadora do Grupo de Trabalho de Teoria e Metodologia da Pesquisa em Comunicação da ALAIC (Associação Americana para a Inovação em Comunicação).

 

Mariana Ferreira Lopes
 Professora da Universidade de Brasília, pesquisadora em comunicação digital, jornalismo e estudos de plataformas. Seu trabalho explora a desinformação, a governança algorítmica e os impactos das tecnologias digitais nos processos democráticos. Ela contribui para projetos interdisciplinares sobre integridade da informação e letramento midiático.

 

Marcos Urupá
 Acadêmico e ativista da comunicação, com foco em diversidade, inclusão e democratização da mídia. Suas pesquisas e atividades profissionais concentram-se nos direitos à comunicação, na participação social e na representação de grupos marginalizados na mídia e nas políticas públicas. Ele participa ativamente de redes nacionais e internacionais que promovem a equidade na comunicação.

 

Luísa Ochoa
 Professora de Comunicação na Universidade da Costa Rica, especializada em estudos de jornalismo, sistemas de mídia, políticas de comunicação e estudos de gênero na América Latina. Sua pesquisa examina a governança da mídia, a liberdade de imprensa, a representação de gênero e a relação entre jornalismo e instituições democráticas. Ela colabora ativamente em redes acadêmicas regionais e internacionais focadas em direitos de comunicação, igualdade de gênero e educação jornalística.

 

Liziane Guazina
 Professora da Universidade de Brasília (UnB), Brasil, especializada em comunicação política e estudos de jornalismo. Sua pesquisa concentra-se em mídia e política, cobertura eleitoral, gênero e representação, e a relação entre jornalismo e democracia. Ela tem contribuído amplamente para os debates sobre sistemas de mídia e responsabilidade democrática no Brasil e na América Latina.

 

Lena Garbovtzky
 Pesquisadora em mídia e comunicação, com especialização em jornalismo, gênero e comunicação política. Seu trabalho examina a representação, os discursos midiáticos e as interseções entre comunicação, poder e desigualdades sociais. Ela participou de projetos de pesquisa comparativa e internacional.

 

Laura Martínez Águila
 Pesquisadora e professora especializada em jornalismo, políticas de comunicação e liberdade de expressão. Seu trabalho explora a regulação da mídia, a governança digital e o papel da educação jornalística em sociedades democráticas. Ela participa de redes internacionais dedicadas à reforma da mídia, à liberdade de imprensa e aos direitos de comunicação na América Latina e em outras regiões.

 

Juliano Domingues da Silva
 Professor de Comunicação e Presidente do Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares em Comunicação). Sua pesquisa concentra-se em regulação da mídia, plataformas digitais, política de concorrência e economia política da comunicação no Brasil. Ele também tem contribuído para debates públicos e processos regulatórios relacionados a mercados digitais e sistemas de mídia.

 

Jonas Valente
 Pesquisador do Laboratório de Políticas de Comunicação (UnB), trabalhou como pesquisador de pós-doutorado no Instituto de Internet de Oxford, Universidade de Oxford, Reino Unido, e possui doutorado em Sociologia pela Universidade de Brasília.

 

Jairo Faria

Doutor em Comunicação, pesquisador do Projeto de Comunicação Comunitária (Universidade de Brasília) e do Projeto OUTROCAMPO (Universidade do Tocantins). Foi pesquisador de pós-doutorado no Instituto Erich Brost (TU Dortmund). Atualmente, cursa licenciatura em Teatro na Universidade do Tocantins (UFT).

 

Janara Nicoletti
 Pesquisadora de pós-doutorado e professora na Universidade de Siegen e pesquisadora associada do Instituto Erich Brost de Jornalismo Internacional (TU Dortmund). Sua pesquisa aborda a precariedade do trabalho, a segurança de jornalistas e a violência de gênero, particularmente no Brasil e na América Latina.

 

Jair Vega Casanova
 Professor de Comunicação na Uninorte, Colômbia, pesquisador em comunicação, cidadania e mudança social na América Latina. Seu trabalho explora comunicação comunitária, mídia participativa e comunicação para o desenvolvimento. Ele liderou projetos internacionais sobre mídia, democracia e engajamento cívico.

 

Gabriel Kaplún
 Pesquisador uruguaio da área de comunicação, mestre em Educação e doutor em Estudos Culturais Latino-Americanos. Professor da Universidade da República, onde atualmente coordena o Laboratório de Participação e Tecnologias (ParticipaLab). Foi presidente da ALAIC (Associação Latino-Americana de Pesquisadores em Comunicação).

 

Fernando Oliveira Paulino
 Professor da Universidade de Brasília; coordenador do Laboratório de Políticas de Comunicação; presidente da Associação Latino-Americana de Pesquisa em Comunicação; e copresidente do “Grupo de Trabalho Comunicação, Justiça Social e Democracia”.

 

Eliseo Colón
 Professor de Comunicação na Universidade de Porto Rico e um dos principais estudiosos em estudos culturais e de mídia. Sua pesquisa concentra-se em mídia, globalização, cultura popular e economia política da comunicação na América Latina e no Caribe. Ele publicou extensivamente sobre teoria da comunicação, cultura digital e as transformações dos sistemas de mídia contemporâneos.

 

Diogo Lopes de Oliveira
 Professor da Universidade Federal de Campina Grande, pesquisador em Comunicação e Jornalismo, com foco em regulação da mídia, ensino de jornalismo e governança democrática. Seu trabalho examina a liberdade de expressão, as políticas de comunicação pública e os marcos institucionais que moldam o jornalismo nas sociedades contemporâneas. Colabora com redes acadêmicas internacionais dedicadas à liberdade de imprensa e aos direitos de comunicação.

 

Deqiang Ji
 Professor de Comunicação Internacional na Universidade de Comunicação da China. É Vice-Reitor do Instituto para uma Comunidade com Futuro Compartilhado e Pesquisador Associado do Laboratório Estatal de Convergência e Comunicação de Mídia da CUC. Foi pesquisador visitante na Universidade Simon Fraser (2010–2011) e na Universidade da Cidade de Hong Kong (2009).

 

Danilo Rothberg
 Professor da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Brasil. Seu trabalho concentra-se principalmente na sociologia da comunicação, teoria e ética do jornalismo, comunicação pública, comunicação e política, comunicação em saúde e popularização da ciência.

 

Daniela Monje
 Professora da Universidade Nacional de Córdoba, Argentina, pesquisadora em comunicação, políticas de mídia e governança digital. Sua pesquisa examina a regulação da mídia, a integridade da informação e o impacto das plataformas digitais na democracia na América Latina. Ela colabora com redes acadêmicas regionais e internacionais em políticas de comunicação.

 

Cristina Gobbi
 Professora de Comunicação na Universidade Estadual Paulista e uma das principais pesquisadoras em estudos de comunicação na América Latina. Sua pesquisa concentra-se em mídia, educação e comunicação científica, com forte atuação em cooperação acadêmica internacional. Ela ocupou cargos de liderança em associações de comunicação regionais e globais.

 

Cláudia Lago

Professora da Universidade de São Paulo, onde leciona e pesquisa jornalismo, comunicação e diversidade. Seu trabalho acadêmico concentra-se em representação midiática, gênero, raça, comunicação intercultural e perspectivas epistemológicas nos estudos da comunicação. Ela é amplamente reconhecida por suas contribuições aos estudos críticos da mídia e por promover abordagens inclusivas e socialmente engajadas no jornalismo e na pesquisa em comunicação no Brasil.

Claudia Lago também participou de redes acadêmicas nacionais e internacionais dedicadas à comunicação, à democracia e à justiça social.

 

César Bolaño
 Professor de Comunicação e Economia Política da Comunicação na Universidade Federal de Sergipe (UFS), Brasil. Um dos principais estudiosos em estudos críticos de mídia, sua pesquisa concentra-se nas indústrias da mídia, no capitalismo digital e na produção cultural na América Latina. É amplamente reconhecido por suas contribuições para a economia política da comunicação e por sua atuação em redes acadêmicas internacionais.

 

Camila Sánchez Delgado
 Pesquisadora da área de comunicação, com foco em jornalismo, alfabetização midiática e culturas digitais. Seu trabalho explora o papel da comunicação na promoção da participação democrática e da inclusão social. Ela participa de iniciativas acadêmicas e cívicas sobre integridade da informação e direitos de comunicação.

 

Anderson Santos
 Professor da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Brasil, e presidente da SOCICOM (Federação Brasileira de Associações de Comunicação Científica e Acadêmica). Sua pesquisa concentra-se em comunicação, cidadania, políticas públicas e o papel social da mídia. Ele se dedica ativamente ao fortalecimento da cooperação acadêmica e à promoção da diversidade e inclusão nos estudos da comunicação.

 

9) Descrição resumida

Comunicação, Integridade da Informação, Justiça Social e Democracia

Este evento acontecerá online de 21 a 23 de outubro de 2026.Seu principal objetivo é fomentar um diálogo e uma colaboração significativos entre acadêmicos experientes, pesquisadores em início de carreira e estudantes de mestrado e doutorado, representando uma variedade de origens geográficas, institucionais e epistêmicas. Além de painéis de discussão e apresentações individuais, o evento oferecerá workshops interativos e oportunidades de networking, concebidos para incentivar a troca de conhecimento e o engajamento interdisciplinar.

Fundamentado no quadro teórico e normativo do Grupo de Trabalho da IAMCR sobre Comunicação, Justiça e Democracia (CJD)O evento aborda a comunicação como uma arena central nas lutas contemporâneas sobre integridade da informação, governança democrática e justiça socialNum cenário global moldado pela plataformização, pelo poder algorítmico, pela extração de dados, pela polarização política e pelas persistentes desigualdades de voz e visibilidade, a Pós-Conferência procura examinar criticamente como os sistemas de comunicação reproduzem e contestam simultaneamente as assimetrias de poder.

O conceito de “periferias e conexões” é mobilizada como uma lente analítica em vez de uma distinção geográfica fixa. As periferias são entendidas como posições relacionais moldadas por desigualdades históricas, políticas, econômicas e culturais, enquanto as conexões enfatizam as circulações transnacionais de narrativas, marcos regulatórios, tecnologias e práticas de resistência.

Com um forte foco em integridade da informaçãoO programa abordará desinformação, governança de plataformas, direitos digitais, regulação da mídia e jornalismo e educação midiática por meio de perspectivas comparativas e interdisciplinares. Organizado em um formato de escola de verãoO evento incluirá painéis temáticos, sessões de apresentação de trabalhos e mesas-redondas para fortalecer as redes internacionais de pesquisa e promover estudos em comunicação comprometidos com a democracia e a justiça social.

10) Contato

 

Caso tenha alguma dúvida, envie um e-mail para: contactalaic@gmail.com, copiando a mensagem para: paulino@unb.br e fopaulino@gmail.com

 

Autor

Maria Camila Sánchez Delgado

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